Polos e Áreas Empresariais

Polos Empresariais e Industriais do Estado do Espírito Santo

 

Apresentação

A política de estruturação de polos empresariais e industriais no Espírito Santo teve início em 1971, com a criação da Superintendência dos Projetos de Polarização Industrial (SUPPIN), autarquia estadual responsável pelo planejamento, implantação e gestão de distritos industriais.

A SUPPIN desempenhou papel estratégico na organização territorial do desenvolvimento econômico capixaba, promovendo a implantação de áreas estruturadas para instalação de empreendimentos produtivos, com infraestrutura adequada, critérios técnicos de ocupação e segurança jurídica.

Ao longo das reestruturações administrativas promovidas pela Administração Pública Estadual, suas competências foram incorporadas à SEDES, em 2016, e, posteriormente, transferidas para a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação, Educação Profissional e Desenvolvimento Econômico (SECTIDES). Em nova reorganização institucional, a política de polos empresariais retornou à SEDES, consolidando a Secretaria como órgão responsável pela formulação, coordenação e execução da política estadual de desenvolvimento econômico.

A gestão dos polos industriais e empresariais é atualmente disciplinada pelo Decreto nº 6.174-R, de 29 de agosto de 2025, que instituiu a Gerência de Polos, vinculada à Subsecretaria de Estado de Parcerias e Polos, no âmbito da SEDES assegurando:

  • Clareza normativa e segurança jurídica;
  • Transparência nos processos de disponibilização de áreas;
  • Planejamento técnico e territorial estruturado;
  • Integração entre Estado, municípios e iniciativa privada;
  • Alinhamento com a estratégia estadual de desenvolvimento econômico.

Dentre outras atribuições correlatas e complementares em sua área de atuação, compete à Gerência de Polos:

I – Divulgar e articular a atuação da Secretaria junto ao empresariado e aos municípios;

II – Incentivar a adesão de novos parceiros de natureza pública ou privada em torno de projetos de polarização empresarial e logísticas de negócios que sejam, ao mesmo tempo, rentáveis e autossustentáveis;

III – Localizar e providenciar a aquisição de áreas adequadas e compatíveis com os empreendimentos;

IV – Promover, após as obras de infraestrutura, a comercialização e o marketing das áreas adquiridas.

 

Objetivos Estratégicos da política de polos empresariais e industriais

  • Promoção do desenvolvimento regional equilibrado;
  • Ampliação da competitividade do Espírito Santo, frente aos demais estados federados;
  • Estruturação de áreas empresariais com infraestrutura adequada visando à geração de emprego e renda;
  • Atração de investimentos.

 

Linha do Tempo da Política de Polos Empresariais

1971Criação da SUPPIN, responsável pela implantação dos primeiros distritos industriais do Estado.

Décadas de 1970 a 2000 – Consolidação do modelo de distritos industriais planejados e expansão da política de polarização produtiva.

2016 - Reestruturação Administrativa – Incorporação das atribuições da SUPPIN à SEDES por força da Lei Complementar nº 828/2016.

2021 - Reorganização Institucional – Transferência das competências da SEDES à SECTIDES, ampliando a integração com políticas de inovação e qualificação, nos termos da Lei Complementar nº 963/2021.

2023 - Nova Reestruturação administrativa – Cisão da SECTIDES em SECTI e SEDES, retornando a política de polos empresariais à SEDES. pela Lei Complementar nº 1.023/2022.

29 de agosto de 2025 – Publicação do Decreto nº 6.174-R, que institui a Gerência de Polos e formaliza a atual estrutura de governança.

 

Compromisso Institucional

A política estadual de polos empresariais e industriais reafirma o compromisso do Governo do Estado com o desenvolvimento sustentável, a geração de oportunidades e a consolidação do Espírito Santo como ambiente competitivo, estruturado e seguro para investimentos.

2015 / Desenvolvido pelo PRODEST utilizando o software livre Orchard

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